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Reconhecer o comportamento de jogo abusivo

Reconhecer o comportamento de jogo abusivo

Antes de se proceder a qualquer tipo de confronto e/ou tratamento de um jogador abusivo, é muito importante saber reconhecer os sinais deste comportamento. Os especialistas indicam que é fulcral que não se perca tempo com diagnósticos errados, o que só ajuda a determinar o mais rapidamente possível qual a melhor maneira de ajudar e o nível de intervenção necessário.

Assim, não significa que um jogador entusiasta que passe algum tempo a mais do que o recomendado a jogar seja necessariamente um jogador abusivo, pois pode continuar consciente dos perigos e a dosear os seus investimentos e perdas. O verdadeiro problema surge quando essa consciência é perdida e estes limites são ultrapassados.

O isolamento social e as situações depressivas causadas pelo jogo são geralmente os primeiros sinais de alarme associados à dependência, enquanto os restantes comportamentos podem ser comparados a outras dependências, como de álcool ou drogas. Quando afastados da atividade que os faz perder o controlo, os jogadores abusivos tendem a sentir-se inquietos e irritados. Muitas vezes, chegam mesmo a desprezar todo o seu meio envolvente e até a prejudicar-se a nível pessoal e profissional, o que leva a situações de perda de emprego, amigos e familiares.

Também é frequente os jogadores dependentes fazerem repetidas tentativas de controlar, reduzir ou parar de jogar, sempre sem sucesso. Mais cedo ou mais tarde, o desejo torna-se incontrolável e logo voltam as mentiras para conseguir mais dinheiro emprestado, contraindo novas situações de dívidas. Outro dos sinais revelados pelos jogadores abusivos é a constante necessidade de apostar cada vez mais dinheiro, em jogadas de maior risco, não só para obter a mesma satisfação como para compensar e ultrapassar as perdas anteriores.

Perante alguém que apresente pelo menos quatro destes sinais num período de um ano, o jogador não é considerado entusiasta, mas sim abusivo e dependente. É aqui que deve ser prestada a primeira ajuda, preferencialmente num contexto familiar. Não é necessária uma grande intervenção, mas sim uma breve conversa em que o jogador deve ser calmamente confrontado com a realidade e com as consequências do seu comportamento abusivo para o próprio e para os seus familiares ou amigos. Deve ser evitada linguagem que leve o jogador a sentir-se culpado e o foco do problema deve ser o próprio jogo e não a pessoa.

Nos casos mais graves em que esta assistência não é suficiente, deve ser procurada ajuda junto de entidades especializadas em lidar com dependências. Alguns portais de jogo em Portugal disponibilizam os meios e contactos necessários, como por exemplo o site dos Jogos Santa Casa que apresenta uma secção dedicada ao jogo responsável. Aqui é possível encontrar dicas e conselhos para um jogo mais lúdico e saudável, bem como ferramentas de auto ajuda que vão desde regimes de auto exclusão a questionários de avaliação de hábitos de jogo baseado nestes sinais de alerta. Este último é particularmente útil e deve ser preenchido honestamente para saber em poucos segundos o nível de dependência.

Enquanto isso, familiares e amigos interessados em ajudar devem recolher o máximo de informação relevante junto de fontes confiáveis como organizações nacionais e internacionais de combate ao comportamento aditivo e jogo abusivo.

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