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EURO 2020 Apostas

Cinco anos depois de Éder se ter tornado o herói improvável com um golo que será recordado por todos os portugueses, o EURO 2020 (disputado em 2021) coroou a Itália como nova campeã europeia. Portugal entrou para defender a sua maior conquista da história do futebol, mas desta vez a seleção nacional ficou pelos oitavos de final depois de perder com a Bélgica.

Adiada por um ano devido à pandemia de Covid-19, a competição manteve o mesmo nome para efeitos de marketing e apresentou um formato diferente do habitual, pois percorreu uma parte do continente europeu em vez de ser disputada num país anfitrião. Originalmente o plano era ter 12 cidades em 12 países diferentes, mas os efeitos da pandemia acabaram por obrigar a algumas mudanças de estádios. O que não mudou é o palco da grande final: o emblemático estádio de Wembley, em Londres, onde a Inglaterra chegou pela primeira vez e acabou por cair nos penaltis.

Portugal no EURO 2020

Esperava-se mais da seleção nacional no EURO 2020. Portugal tinha a missão de defender o título conquistado em 2016, mas logo desde a fase de grupos ficou evidente que as dificuldades eram muitas e dificilmente a história se voltaria a repetir. A equipa de Fernando Santos acabou em terceiro no ‘grupo da morte’ atrás da Alemanha e da França e à frente da Hungria, avançando para os oitavos de final como um dos quatro melhores terceiros classificados.

E foi logo aí que terminou o sonho da revalidação do título com Portugal a cair aos pés da Bélgica de Roberto Martínez. Um golo espetacular de Thorgan Hazard ditou a sentença da seleção nacional, que acabou a prova com duas derrotas (Alemanha e Bélgica), um empate (França), e apenas uma vitória (Hungria).

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Itália 2.00 1.95 1.90 1.95 1.95

(Odds atualizadas antes da final)

O novo formato do EURO 2020

Como foi referido, o campeonato da Europa teve um formato diferente do habitual. Em vez de decorrer num só país anfitrião ou de ser organizado conjuntamente por duas nações (como o de 2008 na Áustria e Suíça, por exemplo), o EURO andou pela primeira vez um pouco por todo o continente, num total de 11 cidades anfitriãs, menos uma que o originalmente previsto.

Estadio de WembleyO jogo de abertura foi no Olímpico de Roma em Itália e a final em Wembley, em Londres. Já durante o torneio disputaram-se jogos em Baku no Azerbaijão, na Allianz Arena de Munique na Alemanha, na Johan Cruyff Arena em Amesterdão na Holanda, no Estádio Parken de Copenhaga, na Dinamarca, e muito mais.

Com este formato deixaram também de haver seleções pré-apuradas e mesmo os países que tiveram uma cidade anfitriã também lutaram pelo apuramento. Por outro lado, isto também favoreceu algumas seleções que já por eram são das mais fortes, como por exemplo a Itália, a Holanda, a Espanha ou a Alemanha, que riveram todas a vantagem de jogar em casa. Quem mais beneficiou deste fator foi a Inglaterra, que foi até à final e só jogou os quartos-de-final frente à Ucrânia fora de casa, curiosamente em Roma, Itália.

Balanço do EURO 2020

Se a fase de grupos não trouxe grandes surpresas e acabaram por avançar as seleções que já se previa, tudo mudou nos oitavos de final. O Bélgica – Portugal foi o destaque principal no nosso país, mas os holofotes apontaram ainda para a eliminação da Holanda aos pés da República Checa (0-2), para uma vitória clara da Inglaterra frente à Alemanha (2-0) e para um 5-3 com direito a golos tardios e prolongamento no Croácia – Espanha. Contudo, a maior surpresa veio do França – Suíça em que os campeões do mundo e grandes favoritos a vencer o EURO 2020 caíram nos penalties depois de uma recuperação épica dos suíços nos minutos finais (3-3).

O nível de jogo aumentou significativamente e os quartos de final não foram menos emocionantes. Enquanto a Espanha precisou dos penalties para afastar a aguerrida Suíça, a Itália ultrapassou a Bélgica com naturalidade no jogo em maior destaque desta fase (1-2). Nos restantes, a Inglaterra goleou a Ucrânia por 4-0 e a Dinamarca continuou a sua excelente prestação ao bater a República Checa por 1-2. De seguida, italianos e espanhóis enfrentaram-se na primeira meia-final com a ‘squadra azzurra’ a levar a melhor nas grandes penalidades, enquanto no outro jogo a Inglaterra bateu a Dinamarca por 2-1 após prolongamento.

A final foi um Itália – Inglaterra e teve de tudo. Os ingleses embalados pelo fator casa marcaram logo a abrir por Luke Shaw e puseram uma mão na taça, mas a Itália de Mancini provou ser melhor e conseguiu empatar pelo experiente Bonucci, acabando por ganhar nos penalties por 3-2. Esta foi a quarta presença dos italianos no jogo decisivo e o segundo título europeu para os Azzurri (o primeiro foi em 1968), enquanto os ingleses chegaram pela primeira vez à final e acabaram por se juntar ao lote de equipas que já perderam títulos em casa.